A RAIZ
#poesiacênica
A RAIZ em temporada até 29 de novembro no Teatro Sérgio Cardoso sábados e domingos às 18h30.
Na foto, Claudio Fontana
BRAVO!
Ingresso Sympla
Com Claudio Fontana
Direção Elias Andreato Assistente de direção Newton Bicudo
De Newton Moreno
Figurino Gabriel Villela
Comunicação Digital Nanda Rovere
Assessoria de Imprensa Pombo Correio
Ficha Técnica com profissionais de renome nos palcos. Newton Moreno, Claudio Fontana, Elias Andreato, Gabriel Villela levam sempre a maestria ao teatro, acreditam que a poesia nos salvam e provam o quanto é verdade.
A Raiz é o teatro do encantamento e da reflexão que nos faz olhar para a beleza da irmandade, do respeito e do amor através do teatro.
Todo mundo sai emocionado do espetáculo A Raiz.
É a Terra-Mãe, a natureza, evocando o amor, o respeito e a liberdade de cada um ser o que é, a liberdade de viver como quiser, ao lado de quem quiser. O que importa na vida é amar, respeitar e ter caráter.
Nesses tempos turbulentos de eleição, que felizmente prevaleceu a democracia, a arte é luz para os nossos dias.
Um teatro delicado e tocante, que arrebata a alma, aquece o coração.
Algumas vestimentas reforçando a feminilidade do menino e as roupas do narrador, objetos de cena, a luz que nos ajuda a mergulhar na estória, o cenário (projeções da terra num espaço rural onde emana a raiz), com uma trilha que colabora, e muito, para a nosso mergulho num texto tocante, e um ator/narrador pleno, seguro, envolvente, que ocupa o palco com todo o seu talento de voz, gestos e expressão corporal, um ator/narrador que consegue transmitir a história de um menino andrógino nos mínimos detalhes.
A Raiz é a poesia textual de Newton Moreno e a potência narrativa e interpretativa de Claudio Fontana.
É uma peça singela que nos faz refletir sobre o quanto não aceitar o próximo como ele é gera tragédias.
O amor precisa superar todos os preconceitos e a riqueza da diversidade reinar em paz!
A Raiz é um espetáculo necessário.
Uma linda homenagem ao grande artista Newton Moreno.
Mergulhamos num universo que dialoga com o realismo fantástico de Moreno e que não traz grandes aparatos cênicos, traz a força da palavra dita (com primor) por Claudio Fontana.
Cada fala, cada gesto, cada movimento e olhar penetrante, cheio de significado, contribui para que o mergulho na história narrada seja intenso.
E, claro, Fontana conta com a ajuda do olhar apurado de um diretor, que por ser também ator, o guia com maestria no palco.
Moreno traz em suas obras a alma do nordeste.
A opção foi não usar o sotaque nordestino e isso foi uma escolha acertada porque a história desse menino pode ocorrer em qualquer lugar dos rincões do Brasil, já que na narrativa é descrito que a ação ocorre num local do interior, cercado por fazendas e muita terra, a nossa-mãe.
É o teatro que traz reflexões e nos toca profundamente. |