Eventos: MITsp - Mostra Internacional De Teatro De São Paulo Faz Sua Quinta Edição
O evento acontece entre 1 a 11 de março de 2018, ocupando vários espaços da cidade de São Paulo. Serão nove montagens com a participação de artistas de vários países, como Alemanha, Argentina, França, Polônia, Reino Unido, Suíça, Uruguai, Brasil, claro, entre outros. O
Pela primeira vez a MITbr - Plataforma Brasil tem espaço no evento. O objetivo é promover um conjunto de oito produções contemporâneas nacionais que foram destaque entre 2017 e início de 2018. Com curadoria de três experts da área - Christine Greiner, Felipe Assis e Welington Andrade

Além da Mostra de Espetáculos, Ações Pedagógicas e Olhares Críticos.
Temas - Os espetáculos estão inseridos em temáticas que permearam as escolhas feita pelos curadores: "História, memória e política", "A palavra como Protagonista", "Reverberações entre Teatro e Música" e "Migrações e Deslocamentos".

A Mostra inaugura sua programação no dia 1° de março, no Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer, em São Paulo, com a montagem Suíte n°2, do diretor francês Joris Lacoste (
O evento acontece entre 1 a 11 de março de 2018, ocupando vários espaços da cidade de São Paulo. Serão nove montagens com a participação de artistas de vários países, como Alemanha, Argentina, França, Polônia, Reino Unido, Suíça, Uruguai, Brasil, claro, entre outros. O
Pela primeira vez a MITbr - Plataforma Brasil tem espaço no evento. O objetivo é promover um conjunto de oito produções contemporâneas nacionais que foram destaque entre 2017 e início de 2018. Com curadoria de três experts da área - Christine Greiner, Felipe Assis e Welington Andrade

Além da Mostra de Espetáculos, Ações Pedagógicas e Olhares Críticos.
Temas - Os espetáculos estão inseridos em temáticas que permearam as escolhas feita pelos curadores: "História, memória e política", "A palavra como Protagonista", "Reverberações entre Teatro e Música" e "Migrações e Deslocamentos".

Programação da Mostra de Espetáculos MITsp – release feito por Canal Aberto – alguns destaques
Abertura
Suíte n°2
Auditório Ibirapuera - Oscar Niemeyer | Dias 1, 2 e 3 (Qui, às 20h, Sex e Sáb, às 21h)
Duração: 1h25 min | Recomendação: 14 anos



Sinopse: A Suíte n°2, do diretor francês Joris Lacoste, faz parte de um projeto maior criado em 2007, a Enciclopédia da Palavra (Encyclopédie de la Parole), uma orquestra feita de discursos que produziram, cada qual ao seu modo, algum tipo de impacto no mundo. Todas essas palavras ditas foram retiradas de alguma situação real. Cada uma delas foi pronunciada algum dia, em algum lugar do mundo, e então recolhida pela Enciclopédia da Palavra. Para essa pesquisa de formas de oralidade, o projeto reúne músicos, poetas, diretores, artistas visuais, atores, sociolinguistas e curadores, que coletam todos os gêneros de gravações de falas e as catalogam, de acordo com especificidades, tais como cadência, musicalidade, timbre, origem, saturação ou melodia. Na Suíte n°2, elas se encontram pela primeira vez no trabalho criado por Lacoste, realizado por um quinteto de artistas, que falam, cantam e interpretam, com harmonias do compositor Pierre-Yves Macé. O espetáculo é falado em diversas línguas: inglês, japonês, francês, árabe, holandês, alemão, português, espanhol, russo, croata, lingala, chinês, dinamarquês, sânscrito e urdu.
Ficha técnica: Concepção: Encyclopédie de la Parole; criação e direção: Joris Lacoste; criação musical: Pierre-Yves Macé; interpretação: Vladimir Kudryavtsev, Emmanuelle Lafon, Nuno Lucas, Barbara Matijevic, Olivier Normand; colaboração artística: Elise Simonet; iluminação, vídeo e operação técnica em geral: Florian Leduc; som: Stéphane Leclercq, figurinos: Ling Zhu, programação de vídeo: Thomas Köppel, assistente de vídeo: Diane Blondeau; tradução - gestão de projeto: Marie Trincaretto; revisão e correções: Julie Etienne; coach de voz: Valérie Philippin e Vincent Leterme; coach de línguas: Azhar Abbas, Amalia Alba Vergara, Mithkal Alzghair, Sabine Macher, Soren Stecher-Rasmussen, Ayako Terauchi Besson; coletores: Constantin Alexandrakis, Mithkal Alzghair, Ryusei Asahina, Adrien Bardi Bienenstock, Judith Blankenberg, Guiseppe Chico, Manuel Coursin, David-Alexandre Guéniot, Léo Gobin, Haeju Kim, Monika Kowolik, Federico Paino, Pauline Simon, Ayako Terauchi Besson, Helene Roolf, Anneke Lacoste, Max Turnheim, Nicolas Mélard, Tanja Jensen, Ling Zhu, Valerie Louys, Frederic Danos, Barbara Matijevic, Vladimir Kudryavtsev, Olivier Normand, Nuno Lucas; produção e administração: Dominique Bouchot e Marc Pérennès; pesquisa de produção e divulgação: Ligne Directe/Judith Martin e Marie Tommasini; produção: Echelle 1:1 (empresa conveniada ao Ministério da Cultura e da Comunicação/DRAC Ile-de-France); coprodução: T2G Théâtre de Gennevilliers / Festival d’Automne à Paris, Asian Culture Complex - Asian Arts Theater Gwangju, Kunstenfestivaldesarts, Théâtre Vidy-Lausanne, Steirischer Herbst Festival, Théâtre Agora-Seinendan, La Villette - résidences d’artistes 2015, Théâtre National de Bordeaux en Aquitaine, Rotterdamse Schouwburg. Suíte n°2 é coproduzido pela NXTSTP com o apoio do Programme Culture de l’Union Européenne. Com o apoio do Institut Français,
como parte dos programas Théâtre Export e CIRCLES, e do Nouveau Théâtre de Montreuil. O espetáculo esteve em residência artística na Usine, Scène Conventionnée (Tournefeuille).


King Size
Sesc Vila Mariana | Dias 3, 4 e 6/03 (Sáb e Ter, às 21h e Dom, às 18h)
Duração: 1h20 min | Recomendação: 12 anos


Sinopse: Um quarto de hotel com uma cama king size, decorado em tons de azul e florais. Nesse cenário, um homem e uma mulher, acompanhados por uma senhora mais velha, entoam um repertório eclético, que vai de Schumann a The Jackson 5. As ações desses personagens assumem dimensões cômicas, seja quando eles dançam ou quando usam vozes líricas para cantar músicas pop. O diretor Christoph Marthaler, considerado mestre na ironia e na discrepância, compõe uma cena poética formada por letras, canções e música. Em King Size não é diferente, ele confere à musica papel fundamental no espetáculo, criando sons heterogêneos ao combinar composições de diferentes tonalidades, enarmônicos. Mesmo que o efeito seja inicialmente estranho, ele logo se conecta a uma realidade sensível, ligada às relações humanas. Solidão, convenções grotescas e as trágicas vidas cotidianas são evidenciadas com ternura, melancolia e humor.
Ficha técnica: Direção: Christoph Marthaler; Direção Musical: Bendix Dethleffsen; Dramaturgia: Malte Ubenauf; Elenco: Hildegard Alex, Tora Augestad, Bendix Dethleffsen e Michael von der Heide; Cenografia: Duri Bischoff; Figurino: Sarah Schittek; Iluminação: Heide Voegelin Lights; Gerente de palco: Stéphane Sagon; Operador de Luz: Jean-Luc Mutrux; Camareira: Cornelia Peter; Gerente da turnê: Tristan Pannatier; Produção: Theater Basel / Théâtre Vidy-Lausanne; Apoio: Pro Helvetia – Swiss Arts Council.

Palmira
Teatro Sérgio Cardoso - Sala Paschoal Carlos Magno | Dias 5, 6 e 7/03 (Seg a Qua, às 21h)
Duração: 1h | Recomendação: 12 anos

Sinopse: A antiga cidade de Palmira, na Síria, era uma das mais preservadas do mundo. Recebia turistas de todos os países para contemplar os templos de Bel e Baalshamin, assim como o Arco do Triunfo. Em 2015, o Isis (sigla para Estado Islâmico) tomou o controle da cidade, destruiu os templos, saqueou as sepulturas e utilizou o anfiteatro para realizar execuções. Palmira, espetáculo criado pelo francês Bertrand Lesca e o grego Nasi Voutsas, mistura realidade e ficção, explorando a vingança, a política da destruição e o que consideramos bárbaro. O que leva as pessoas a praticarem destruições desse tipo? Para os performers, mesmo que o tema seja árduo, o humor é fundamental na construção de um lugar diferente para o espectador diante do espetáculo. Desde 2015, os dois criadores trabalham juntos. Artistas associados ao MAYK (Bristol, Reino Unido), Palmira é o segundo espetáculo que fazem juntos. Sua estreia aconteceu no Festival de Edimburgo de 2017 e foi premiado com o Total Theatre Award 2017 para Inovação, Experimentação e Exploração de Formatos. O trabalho também recebeu outros prêmios, como o Stockholm Fringe 2017 Grand Prix, o Mess Festival Prize (BE Festival) e o ‘Best of BE’ Festival Award, e foi incluída no “The Top 10 The Guardian’s Theatre of 2017”.
Ficha técnica: Criação e performance: Bertrand Lesca e Nasi Voutsas; Dramaturgia: Louise Stephens; Design de luz: Jo Palmer; Técnico de luz: Tom Brennan; Design de imagem: Ollie Baxter; Produtor/Gerente de companhia: Edward Fortes; Produzido com o apoio da Croquis_BCN (Barcelona), Bristol Ferment, MAYK, Nuffield Southampton Theatre, Tobacco Factory Theatres, Ovalhouse e HOME (Reino Unido).

sal.
Itaú Cultural | Dias 7, 8, 9 e 10/03 (Qua e Qui, às 21h30, Sex e Sáb, às 20h)
Duração: 1h | Recomendação: 14 anos

Sinopse: O solo da premiada atriz Selina Thompson traduz para a cena a viagem que dois artistas fizeram em um navio cargueiro para refazer uma das rotas do comércio transatlântico de escravos: do Reino Unido à Gana e, de lá, à Jamaica. As memórias, questionamentos e sofrimentos desse percurso realizado em fevereiro de 2016 levaram os artistas às profundezas do Atlântico e ao universo de um passado imaginário. O espetáculo sal. é o que eles trouxeram de volta, uma montagem sobre ancestralidade, lar, esquecimento e colonialismo. Como a história e as relações coloniais permanecem em nosso cotidiano? O que ocorre quando Selina Thompson se depara com a pergunta: “de onde você é? ” Uma montagem sobre fazer parte de uma diáspora, que nos leva a pensar onde nos encaixamos e quais mudanças e curas ainda estão por vir.
Ficha técnica: Dramaturgia e atuação: Selina Thompson; Direção: Dawn Walton; Cenografia: Katherine Radeva; Som: Sleepdogs; Iluminação: Cassie Mitchell; Adaptação de luz: Louise Gregory; Produção: Emma Beverley; Coordenação de produção: Louise Gregory.

Hamlet
Faap | Dias 6, 7 e 8/03 (Ter a Qui, às 21h)
Duração: 1h30 | Recomendação: 14 anos

Sinopse: O dramaturgo e diretor Boris Nikitin transforma Hamlet num espetáculo que transita entre a performance e os teatros documentário, musical e experimental. Suas peças, seus textos e suas curadorias buscam constantemente o limite entre a performance e o teatro-ilusão, destacando os lugares ambíguos e potenciais da individualidade e da capacidade de atuação. Nesse trabalho, o enigmático performer e músico eletrônico Julian Meding é acompanhado por um quarteto barroco. O performer queer interpreta um Hamlet revoltado contra a realidade e também contra a plateia – assim como em Shakespeare, Hamlet se revolta contra sua corte real -, misturando detalhes de sua história de vida com a ficção. Vai ao microfone e canta electropunk bruto, esboços de canções cover, uma balada de Hollywood; músicas como fragmentos de emoções. O público, que ora é zombado, ora é seduzido, se percebe na zona de conflito entre ilusão e realidade, indivíduo e sociedade.
Ficha técnica: Concepção, texto e direção: Boris Nikitin; Atuação, texto e canções: Julian Meding; Cenário e figurinos: Nadia Fistarol; Vídeo: Georg Lendorff e Elvira Isenring; Dramaturgia e trilha sonora: Matthias Meppelink; Supervisão técnica e Iluminação: Benjamin Hauser; Supervisão de produção: Annett Hardegen.

A Gente Se Vê Por Aqui
Teatro Galpão do Folias | Dias 11 e 12/03, a partir das 21h até às 21h do dia 12 de março (Os horários de início e encerramento da performance podem não ser exatos, porque seguem a grade de programação da Rede Globo)
Duração: 24 horas | Recomendação: 14 anos

Sinopse: Com direção e criação de Nuno Ramos, dois performers reproduzem na íntegra a programação da Rede Globo durante 24 horas, a partir da transmissão do Fantástico, no domingo à noite, até o final do Jornal Nacional, na segunda-feira. Com fones de ouvido, que os isolam do mundo exterior, recebem o áudio dos telejornais, filmes, novelas, programas de auditório, publicidade e vinhetas. No palco, têm à disposição um “kit sobrevivência” – geladeira, fogão, comida, banheiro, sofá, cama, cadeira -, um “kit jogos” - baralho, saco de boxe, luvas, peteca, bola, bexiga -, e um "kit atuação" - peruca, maquiagem, máscaras e fantasias. Enquanto mimetizam ou reinterpretam a programação, sempre reproduzindo o áudio que recebem em seus fones de ouvidos, realizam tarefas cotidianas, como cozinhar, ir ao banheiro, descansar no sofá, brincar. Idealizada e dirigida por Nuno Ramos, A Gente Se Vê Por Aqui opera por meio de deslocamentos – os atores vão performar o que já é representação, mas que quase nunca é percebido como tal, por conta da naturalização e das verdades construídas pela televisão.
Ficha técnica: Direção e criação: Nuno Ramos Atores: Danilo Grangheia e Luciana Paes

Programação da MITbr – Plataforma Brasil

Canto Para Rinocerontes e Homens | Teatro do Osso | SP
Duração: 180 minutos | Recomendação: 16 anos

Sinopse: Inspirada na obra O Rinoceronte, de Eugene Ionesco (1909-1994), Canto para Rinocerontes e Homens, da companhia Teatro do Osso, propõe uma reflexão sobre temas como os crimes de ódio, racismo, culto à beleza, excesso de trabalho, precarização do ensino, nossa falta de sonhos e a extinção da humanidade. Escrita em 1959, a peça de Ionesco retrata uma cidade em que quase todos os habitantes são afetados por uma doença rara, que os transforma em rinocerontes. Somente o simplório Bérenger não sofre com esse mal, tornando-se o único ser humano da terra.
A montagem é dividida em quatro atos, além de prólogo e epílogo. No palco, a história é cantada pelos atores em uma arena, com acompanhamento de piano e percussão. Já nos intervalos, são exibidos vídeos e depoimentos que convidam o público a refletir sobre os motivos que nos levam a agir como animais irracionais e violentos, verdadeiros “rinocerontes urbanos” dentro das grandes metrópoles.
Ficha Técnica – Direção: Rogério Tarifa - Teatro do Osso: Guilherme Carrasco, Isadora Títto, Luísa Valente, João Victor Toledo Murillo Basso, Renan Ferreira, Rubens Alexandre e Viviane Almeida. Músicos: Bruno Pfefferkorn e Filipe Astolfi Dramaturgia: Jonathan Silva, Rogério Tarifa e Elenco Direção Musical e Preparação Vocal: William Guedes Composição Músicas Inéditas: Jonathan Silva Cenário: Rogério Tarifa Assistência de Cenário: Elenco. Cenotécnico: Zito Rodrígues Figurino: Silvana Carvalho, Rogério Tarifa e Elenco Colaboração: Artur Abe Consciência Corporal e Direção de Movimento: Érika Moura Desenho de Luz: Rafael Souza Lopes Operação de Luz: Nara Zocher Vídeo: Flávio Barollo Supervisão em Teatro de Animação: Luiz André Cherubini Fotos: Cacá Bernardes

Caranguejo Overdrive | Aquela Cia | RJ
Teatro Sesi SP | Dia 06/03, às 16h e 18h30
Duração 60 minutos | Recomendação: 12 anos

Sinopse: Caranguejo Overdrive conta a história de Cosme, ex-catador de caranguejos no mangue carioca da metade do século XIX. Convocado para integrar as forças brasileiras na Guerra do Paraguai, ele enlouquece no campo de batalha, volta ao Rio e encontra uma cidade em grande transformação. Na capital, Cosme arruma trabalho na construção do canal que representou a primeira grande obra de saneamento da cidade, na região da Praça Onze. Mas entra em crise novamente, abandona tudo, vaga pela noite, mergulha no delírio. Apanhado por uma tempestade dessas tão conhecidas dos cariocas, torna-se, enfim, um caranguejo. Dirigida por Marco André Nunes, a peça dialoga com a obra do geógrafo Josué de Castro e com o movimento manguebeat, que surgiu em Recife no fim dos anos 1990 e teve no músico Chico Science seu maior expoente.
Com quatro indicações ao Prêmio Shell (nas categorias direção, texto, ator e atriz), quatro ao Prêmio Cesgranrio (melhor espetáculo, direção, texto e ator) e cinco ao Prêmio Questão de Crítica (melhor espetáculo, direção, texto, atriz e direção musical), Caranguejo Overdrive foi eleito um dos melhores espetáculos de 2015 pelo jornal O Globo e pela revista Veja.
Ficha Técnica - Direção: Marco André Nunes Texto: Pedro Kosovski Com Carolina Virguez, Alex Nader, Eduardo Speroni, Fellipe Marques, Matheus Macena Músicos em cena: Felipe Storino, Maurício Chiari e Samuel Vieira Direção Musical: Felipe Storino Iluminação: Renato Machado Instalação Cênica: Marco André Nunes Ideia Original: Maurício Chiari Produção Núcleo Corpo Rastreado Produção Executiva – Thaís Venitt Realização: Aquela Cia. De Teatro.

Dinamarca | Magiluth | PE
Duração: 1h20min | Recomendação: 18 anos

Sinopse: Um grupo de amigos da mais alta nobreza está reunido à mesa. Eles celebram os tempos, o momento presente e o “aqui”. Dentro de seus círculos de felicidades regradas, continuam esse tipo de vida, nas quais não existem “questões” e o que mais precisam é manter o seu status quo. Inspirado em Hamlet, de William Shakespeare, um dos textos mais conhecidos da dramaturgia ocidental, Dinamarca propõe, a partir da ficção, uma reflexão sobre o fenômeno das bolhas sociais.
Ficha Técnica - Direção: Pedro Wagner Dramaturgia: Giordano Castro Atores: Bruno Parmera, Erivaldo Oliveira, Giordano Castro, Mário Sergio Cabral, Lucas Torres Desenho de som: Miguel Mendes e Tomás Brandão (PACHKA) Desenho de luz: Grupo Magiluth Direção de Arte: Guilherme Luigi Fotografia: Bruna Valença e Danilo Galvão Design Gráfico: Guilherme Luigi Técnico: Lucas Torres Realização: Grupo Magiluth

Hotel Mariana | Munir Pedrosa | SP
Duração: 70 minutos | Recomendação: 14 anos

Sinopse: Eram quase 15h30 de 5 de novembro de 2015, um dia quente como de costume no vale do Rio Doce, quando a barragem de rejeitos de minérios de Fundão, em Mariana (MG), com cerca de 55 bilhões de litros de lama espessa, rompeu-se sobre os distritos de Bento Rodrigues e Paracatu de Baixo. Hotel Mariana leva ao palco depoimentos perturbadores e surpreendentes que evidenciam a simplicidade de pessoas que perderam tudo ou quase tudo no mais grave desastre ambiental da história do Brasil. Da criança do grupo escolar ao velho da Folia de Reis, do ativista de direitos humanos à aposentada que escreve poemas, somos convidados a escutar os sobreviventes que, com suas histórias, traçam um panorama político, histórico e cultural do nosso país.
Ficha Técnica – Elenco: Angela Barros, Bruno Feldman, Clarissa Drebtchinsky, Fani Feldman, Isabel Setti, Letícia Rocha, Marcelo Zorzeto, Munir Pedrosa, Rita Batata e Rodrigo Caetano Idealização e pesquisa: Munir Pedrosa Direção: Herbert Bianchi Dramaturgia: Munir Pedrosa e Herbert Bianchi Assistente de direção: Letícia Rocha Designer de luz: Rodrigo Caetano Cenário: Marcelo Maffei e Herbert Bianchi Cenotécnico: Marcelo Maffei Figurinos: Bia Piaretti e Carol Reissman Direção de produção: Munir Pedrosa Realização: MUN Cultural

Leite Derramado | Club Noir | SP
Teatro João Caetano | Dias 06 e 07/03, às 18h
Duração: 60 minutos | Recomendação: 16 anos

Sinopse: Adaptação do romance Leite Derramado (Companhia das Letras, 2009), de Chico Buarque, o espetáculo conta a história de Eulálio D'Assumpção, que, aos 100 anos de idade, encontra-se abandonado numa maca em um corredor de hospital público. Herdeiro de uma família que chegou ao país com a corte portuguesa, tem antepassados aristocratas, avô latifundiário escravagista, pai senador corrupto, neto guerrilheiro e bisneto traficante. Perdulário, alienado e contraditório, ele está agora completamente falido e se defronta com a precariedade trágica de um sistema construído por uma elite rentista da qual sua família foi parte integrante.
A obra propõe uma elaboração estética da singular experiência do tempo no Brasil, situando-se numa zona na qual tudo se transmuta apenas para repetir-se em sua sórdida estrutura autodevoradora. Delirando, nos últimos instantes de sua vida, o protagonista é atravessado por eventos cruciais de nossa história, em um pandemônio no qual ruem as fronteiras que separam mundo interno e mundo externo, passado e presente, memória e imaginação, religião e poder, indivíduo e sociedade, política e mitologia.
Ficha Técnica - Texto Original: Chico Buarque Adaptação, Direção e Cenografia: Roberto Alvim Elenco: Juliana Galdino, Filipe Ribeiro, Taynã Marquezone, Caio D’aguilar, Lenon Sebastian, Luis Fernando Pasquarelli, Nathalia Manocchio e Luiz Otavio Vizzon Trilha Sonora Original: Vladimir Safatle Iluminação: Domingos Quintiliano Figurinos: João Pimenta Desenho de Som: LP Daniel Cenotecnia e Adereços: Fernando Brettas Programação Visual: Vicka Suarez Fotos e Vídeos: Edson Kumasaka Crítico Interno: Welington Andrade Assistente de Direção: Steffi Braucks Técnico de som e Microfonista: Dug Monteiro Técnico de luz: Luiz Fernando Vaz Junior Direção de Palco: Alex Peixoto Produção: Dani Angelotti Realização: Cubo Produções e Cia. Club Noir

Vaga Carne | Grace Passô | MG
Galpão do Folias | Dia 06/03, às 21h e 23h
Duração: 50 minutos | Recomendação: 14 anos

Sinopse: Primeiro solo da atriz, diretora e dramaturga mineira Grace Passô, Vaga Carne cria um campo de jogo entre palavra e movimento, em que um corpo de mulher vive a urgência do discurso, a procura de suas identidades e de pertencimento. Uma voz errante invade esse corpo e narra o que sente enquanto sujeito, enquanto mulher. Narra também o que finge sentir, o que é insondável em si, e sonda o que seu corpo significa para o outro que o vê.
Ficha Técnica - Concepção, atuação e texto: Grace Passô Equipe de criação: Kenia Dias, Nadja Naira, Nina Bittencourt e Ricardo Alves Jr. Luz: Nadja Naira Técnico e operador de luz: Edimar Pinto Trilha sonora | operador de som: Ricardo Garcia Figurino: Virgílio Andrade Fotografia: Lucas Ávila Pesquisa e produção: Nina Bittencourt

Endereços
Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer
Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº - Pq Ibirapuera – Tel.: 3629-1075 – Capacidade: 800
Casa do Povo
Rua Três Rios, 252 - Bom Retiro, São Paulo, SP –
Centro Cultural Fiesp – Teatro do Sesi SP
Av. Paulista, 1313 - Cerqueira César – Tel.: 3146-7439– Capacidade: 456 lugares
Itaú Cultural
Av. Paulista, 149 - Bela Vista – Tel.: 2168-1777 – Capacidade: 254 lugares
Museu da Imigração
R. Visconde de Parnaíba, 1316 - Mooca - Tel.: 2692-1866
Sesc Ipiranga
R. Bom Pastor, 822 - Ipiranga, São Paulo, SP –
Sesc Vila Mariana - Teatro
R. Pelotas, 141 - Vila Mariana – Tel.: 5080-3000 – Capacidade: 400 lugares
Sesc Pinheiros – Teatro Paulo Autran
R. Paes Leme, 195 – Pinheiros – Tel.: 3095-9400 – Capacidade: 492 lugares
Teatro Cacilda Becker
R. Tito, 295 - Lapa – Tel.: 3864-4513 – Capacidade: 198 lugares
Teatro Faap
Rua Alagoas, 903 - Higienópolis – Tel.: 3662-7232 – Capacidade: 500 lugares
Teatro Galpão do Folias
R. Ana Cintra, 213 – Santa Cecília – Tel.: 3361-2223 – Capacidade: 80 lugares
Teatro João Caetano
R. Borges Lagoa, 650 - Vila Clementino, São Paulo, SP -
Teatro Sérgio Cardoso - Sala Paschoal Carlos Magno
R. Rui Barbosa, 153 – Bela Vista – Tel.: 3288-0136 – Capacidade: 144 lugares

Ficha Técnica
Idealização e Direção Artística: Antônio Araújo

Programação completa

http://mitsp.org/2018/mostra-de-espetaculos/



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DE OLHO NA CENA BY NANDA ROVERE - TUDO SOBRE TEATRO, CINEMA, SHOWS E EVENTOS Sou historiadora e jornalista, apaixonada por nossa cultura, especialmente pelo teatro.Na minha opinião, a arte pode melhorar, e muito, o mundo em que vivemos e muitos artistas trabalham com esse objetivo. de olho na cena, nanda rovere, chananda rovere, estreias de teatro são Paulo, estreias de teatro sp, criticas sobre teatro, criticas sobre teatro adulto, criticas sobre teatro infantil, estreias de teatro infantil sp, teatro em sp, teatros em sp, cultura sp, o que fazer em são Paulo, conhecendo o teatro, matérias sobre teatro, teatro adulto, teatro infantil, shows em sp, eventos em sp, teatros em cartaz em sp, teatros em cartaz na capital, teatros em cartaz, teatros em são Paulo, teatro zona sul sp, teatro zona leste sp, teatro zona oeste sp, nanda roveri,

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