TEATRO
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Entrevistas e dicas de espetáculos

Projeto de Extensão da Escola de Teatro da UFBA "Relatos e Experiências". - com Danilo Santos de Miranda
Publicado em 16/12/2020, 17:00
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Evento online, realizado no período de 08/09/2020 a 15/12/2020, com 30h de carga horária (ver a programação completa no final da matéria)
Aula 15 - 15/12/2020: O SESC-SP e as artes cênicas no Brasil - Prof. Danilo S. de Miranda
Falar sobre o Sesc e tudo o que ele oferece creio que não requer um relato de forma minuciosa.
Atua em todo o Brasil com atividades nas mais diversas áreas, oferecendo hospedagem e refeições.
Quem frequenta teatro com certeza vai sempre até as unidades do Sesc. Espetáculos de qualidade. Claro, cada pessoa tem as suas preferências, mas o objetivo é colocar em cena o que existe de melhor na cena teatral.
Gabriel Villela, Grupo Galpão (Eduardo Moreira), Bia Lessa, Paulo de Moraes, que participaram do Seminário, estão entre os artistas que sempre assinam sucessos, e muitos deles lotaram teatros do Sesc!
Nesses tempos de pandemia não poderia ser diferente: muitos experimentos artísticos só puderam realizar apresentações on-line porque contaram com o apoio do Sesc.
E não podia ser mais oportuna, para finalizar o valioso Seminário, a presença do Sr. Danilo Santos de Miranda, filósofo, sociólogo e Diretor do Departamento Regional do SESC-SP desde 1984.
Sempre presente nas atividades do Sesc, prestigiando o teatro, ressente-se em ver um Presidente desmantelando a nossa cultura e defende que sem arte e educação a identidade de um povo fica seriamente comprometida.
Ouvir a sua história de vida, conhecer detalhes da sua gestão e o seu pensamento com relação ao nosso país é um privilégio.
Fechou com chave de ouro um evento que teve como preciosidade oferecer aprimoramento do conhecimento sem deixar de lado a emoção.
Quinze (15) terças-feiras com profissionais do mais alto gabarito, os quais fazem o teatro pulsar (cada um na sua área de atuação). Vale dizer que todas as aulas/entrevistas estão registradas através de matérias no site De olho na cena, www.deolhonacena.com.br, seção Matérias.
Gabriel Villela, Claudio Fontana (e a sua preciosa parceria com Villela como ator e produtor), Eduardo Da Luz Moreira, José Carlos Serroni, Beatriz Lessa, Gil Vicente Tavares, Marcelo Praddo, Paulo de Moraes, Miguel Falabella, Pedro de Freitas, Chico Carvalho, Caetano Vilela, Cynthia Margareth, Pedro de Freitas, Babaya Morais, Claudia Barral, Marcos Barbosa, Jorge Vermelho.
A entrevista foi conduzida por Deolinda Vilhena, Prof.a Dra. da UFBA, idealizadora do projeto e produtora na área da música e do teatro, e Taciano Soares, ator, diretor, produtor e gestor cultural.
Os encontros terminaram, e com louvor! O Seminário continua a pulsar no cotidiano dos realizadores e toda a equipe, pois será elaborado um livro, com lançamento da Editora da UFBA, com os relatos primorosos dos entrevistados. Fiquem ligados!
A segunda edição está programada para acontecer em setembro de 2021 e o seu formato (presencial ou on-line) dependerá da situação da pandemia de COVID-19 no Brasil.

Deolinda fez questão de saudar a generosidade do entrevistado e relembrou um fato que aconteceu na França, durante o seu doutorado sobre o Theâtre du Soleil:
O Sr. Danilo estava presente no sul da França para participar de um seminário. Deolinda foi com uma amiga participar do evento, e no final foi cumprimentar o diretor regional do Sesc, que as convidou para um jantar com a presença do ex-ministro da cultura do país!
A Prof.ª perguntou ao convidado: como a cultura entrou na sua vida?
Danilo Santos de Miranda começou a sua fala frisando que a cultura tem papel basilar na vida do ser humano e que o seu encontro com o teatro foi na infância, em Campos dos Goytacazes, a sua cidade natal, no Estado do Rio de Janeiro.

¨A CULTURA TEM PAPEL BASILAR NA VIDA DO SER HUMANO¨ - DANILO SANTOS DE MIRANDA

Segundo Danilo Santos de Miranda, A Cultura e a Educação são facetas da mesma moeda, que apresentam uma integração de valores para a construção da sociedade. A cultura promove movimento, interação e melhoria. E, mais especialmente o teatro: o teatro permite uma condição grupal por supor muita gente envolvida. Teatro não é uma atividade solitária. Tem o caráter do coletivo, da partilha de todas as tendências. O teatro toca nos pontos essenciais da vida humana. O teatro provoca questões, discutes temas e propõe mecanismos especiais. A grande força do teatro é a liberdade para imaginar e fazer. O teatro é a matriz de todas as artes porque reúne todos os elementos necessários para que o ser humano seja visto nas suas qualidades e fraquezas.

¨O TEATRO TOCA NOS PONTOS ESSENCIAIS DA VIDA HUMANA, O TEATRO PROVOCA QUESTÕES, DISCUTE TEMAS E PROPÕE MECANISMOS ESPECIAIS¨- DANILO SANTOS DE MIRANDA.
¨A GRANDE FORÇA DO TEATRO É A LIBERDADE PARA IMAGINAR E FAZER. O TEATRO É A MATRIZ DE TODAS AS ARTES PORQUE REÚNE TODOS OS ELEMENTOS NECESSÁRIOS PARA QUE O SER HUMANO SEJA VISTO NAS SUAS QUALIDADES E FRAQUEZAS¨- DANILO SANTOS DE MIRANDA.

Sobre o contato com o teatro, disse que estava presente nas brincadeiras infantis e nas escolas em que estudou. Além disso, teve uma tia que era o ponto nas peças de teatro e o levava para assisti-las. Também foi jesuíta no colégio interno e chegou a pisar no palco, aos 7 ou 8 anos de idade, na peça João e Maria! Era um macaquinho!
Já em São Paulo, encontrou o Teatro de Arena e ficou encantado com Augusto Boal. Nas suas palavras, ¨um teatro político que gritava por liberdade na época da ditadura¨. ¨Sedução pelo teatro político¨.
Outro artista que o encantou quando chegou à capital paulista foi Zé Celso. ¨Um teatro político trabalhando com a carnavalização das relações humanas¨.
E Antunes Filho, o qual conheceu quando entrou para o quadro de funcionários do Sesc. ¨Antunes e o teatro para a formação do ator¨.
Com relação a Antunes, citou uma cena de Romeu e Julieta, de William Shakespeare, que marcou a sua vida: no palco vazio, bolas coloridas entravam e saíam do palco, simbolizando a guerra entre as famílias rivais! ¨O teatro com a força de tocar nos pontos delicados dos seres humanos¨.


Taciano deixou a seguinte questão: como lidar com alguém que nunca teve acesso à arte? Para responder, Danilo usou como ponto de reflexão as ideias do sociólogo francês Pierre Bourdieu, que abordou a construção do capital cultural através da família, escola e universidade,
O entrevistado ressaltou que a desigualdade que impede o acesso de todos à arte é resultado de nossa história política, institucional e econômica. Uma sociedade escravocrata em que os mais pobres sempre foram explorados pelos mais ricos para estes sempre tirarem vantagens.
Como sabemos, a educação para o simbólico, especial para a arte, é deficitária, e é preciso lutarmos para mudar essa situação.
É um trabalho árduo, mas que felizmente tem sido feito por instituições como o Sesc, o qual pratica uma política para o acesso do público às obras culturais e artísticas, e que visa democratizar o contato do público com a arte em geral.

Gabriel Villela, padrinho do Seminário, diretor, cenógrafo e figurinista, que já encenou excelentes espetáculos no Sesc, (o último foi o arrebatador Estado de Sítio, de Albert Camus, com produção de Claudio Fontana), disse que, mesmo com todos os problemas desses tempos sombrios, tem esperança em dias melhores.
Um fato em especial, e recente, o deixou animado com relação ao futuro: o primeiro senhor vacinado na Inglaterra tem o nome do bardo inglês William Shakespeare ¨Onde se vacina Shakespeare (no campo simbólico) não é possível que não se tenha esperança no campo da cultura. Um encontro entre a ciência e a arte¨.
Após esse depoimento, deixou a seguinte questão: Como o SESC respira para o futuro?
Ainda goza do olhar de morte que muitos lhe dirigem ou existe esperança?
Segundo Miranda, durante os seus 37 anos como diretor da instituição, as ameaças ao seu funcionamento foram muitas, pois, ao promover a cultura, a instituição atravessa a ética e propõe reflexões sobre tudo (o que não é interessante para muitas pessoas), mas o desmonte cultural do governo atual tomou uma proporção nunca antes vista.
Por enquanto, não se está falando mais na questão da diminuição dos recursos destinados ao chamado Sistema S. No início, diminuíram o valor destinado às instituições, mas depois não comentaram mais sobre o assunto. De qualquer maneira, segundo Miranda, todos estão atentos.
O diretor regional do Sesc declarou que, durante a pandemia, o SESC obteve metade da arrecadação habitual, mas, por realizar ações essenciais (visando a educação integral dos indivíduos), “mexer” com a instituição não é tão simples como muita gente (mal-intencionada) pode pensar.
¨Na pandemia reinventamos o modo de sobreviver pensando no público e, em especial, nos artistas que ficaram sem meios para a realização dos seus trabalhos”, salientou.
Não existe uma ideia clara de quando as unidades estarão funcionando a pleno vapor, de quando os teatros irão reabrir... todos do Sesc estão aguardando o futuro e promovendo, até quando for necessário, atividades on-line.

João Carlos Salles, reitor da UFBA, fez um depoimento no qual elogiou as ações do Sesc e disse que ouvir o Sr. Danilo Santos de Miranda é um bálsamo.
Salles, que é filósofo, classificou as ações do SESC como uma espécie de universidade ¨estendida¨, uma instituição que invade caminhos e territórios ao relacionar ciência, cultura e arte e ao apoiar o teatro, que é um lugar fundamental do encontro, uma teia de sociabilização.

O cenógrafo J.C. Serroni trabalhou vários anos com Antunes Filho no CPT e colaborou com a criação de várias unidades do SESC (além de ter lançado livros pela editora da instituição). Enquanto cenógrafo e arquiteto, deixou a seguinte questão: Como o SESC está se preparando para a volta do teatro?
Para quem não sabe, em julho deveria ter estreado Henrique IV, de Pirandello, com direção de Gabriel Villela, cenografia de Serroni e produção de Claudio Fontana, também no elenco, mas a peça teve que ser adiada por causa da pandemia.
Danilo Santos de Miranda disse que a questão é uma incógnita, reforçando assim a resposta dada ao diretor Gabriel Villela: que devido às restrições impostas pela pandemia, não existe uma ideia clara de quando as unidades estarão funcionando a pleno vapor, quando os teatros irão reabrir...

Deolinda pediu para o entrevistado abordar como acontece a formação dos funcionários do SESC, visto que a formação cultural no Brasil tem como característica o distanciamento entre o que é estudado e o que é exigido no campo das atividades artísticas. Pediu informações sobre o Centro de Pesquisa.
Miranda ressaltou que o SESC tem tradição na área de formação artística e no teatro. No teatro, em especial, o destaque é a atuação do CPT – Centro de Pesquisa Teatral – do Antunes Filho, criado com o objetivo de dar continuidade às pesquisas estéticas do Grupo Macunaíma.
Destacou que o CPT, criado em 1982, foi a junção do desejo de Antunes com o interesse do SESC em implantar cursos e que neste ano voltou à ativa com seminários e residência artística.
Com relação ao Centro de Pesquisa e Formação, criado em 2012, ressaltou que a ideia é oferecer cursos que contemplam desde a gestão cultural até questões mais específicas da cultura. Na área do teatro, os cursos são predominantemente teóricos, buscando, portanto, discussões de conteúdos artísticos. Em virtude da pandemia, as atividades estão acontecendo no formato digital.
Mais recentemente, foi criado o Centro de Memória do SESC que, segundo Miranda, visa despertar a consciência dos usuários da instituição sobre tudo o que já foi realizado em todos os campos, inclusive na área teatral.
Contém acervos que podem ser visitados através de plataforma digital, com destaque para todos os figurinos das peças dirigidas por Antunes filho, além de vídeos das montagens.
Também disse que existe a possibilidade de se disponibilizar o vídeo do espetáculo Os náufragos da Louca Esperança, do Théâtre du Soleil, com a assinatura da diretora francesa Ariane Mnouchkine.
O Centro de Memória, nas suas palavras, contempla o olhar do SESC para o que acontece no Brasil e também no exterior, buscando sempre o intercâmbio e a formação como ações essenciais.

A partir de uma observação de Taciano Soares sobre como o investimento na cultura é realizado pelo SESC, Danilo Santos de Miranda, que já participou das comissões da Lei Rouanet, a elogiou enquanto ferramenta para ampliar o acesso dos cidadãos à Cultura. Tem qualidades e defeitos (detalhes que precisam ser revistos), mas é louvável por estimular o apoio da iniciativa privada ao setor cultural.
Na sua visão, antes de Bolsonaro assumir a presidência, a política cultural brasileira apresentava resultados satisfatórios, mas com o desmonte atual fica complicado vislumbrar de que forma os investimentos culturais possam acontecer de maneira significativa.
De qualquer maneira, acredita num futuro promissor pós pandemia e fez questão de frisar que, apesar das dificuldades, o Sesc tem atuado para que os artistas tenham condições de sobrevivência. Quando firma parceria com as produções teatrais, por exemplo, principalmente nesses tempos de pandemia, tenta negociar para que as verbas (ou parte delas) sejam disponibilizadas antes das estreias.

Utilizando uma frase proferida por Danilo Santos de Miranda, em 2010, e extremamente atual, a Prof.ª. Deolinda deixou a seguinte indagação: temos salvação?
A frase: O gestor do SESC afirmava que naquele ano tivemos um desenvolvimento econômico extraordinário tanto na classe C quanto na D, mas que o Estado continuava a realizar um desenvolvimento cultural que apresentava um viés fascista em alguns aspectos.
Acreditar num país melhor é preciso e, para tanto, é essencial ser militante da cultura. É preciso ter a certeza de que a cultura nos salva e muda um país.

¨A ARTE SALVA¨, DANILO SANTOS DE MIRANDA.

MAIS UMA VEZ, AFIRMOU QUE A CULTURA E EDUCAÇÃO DEVEM ESTAR INTEGRADAS! A base para um mundo melhor, para a valorização da cultura, em especial, é o investimento na informação, no conhecimento e no pensamento crítico.
E para finalizar a sua aula, disse que considera essencial a prática da transversalidade na política cultural, isto é, expandir os valores culturais para todos os aspectos da vida em comum é o que promove ações que tenham como resultado um acesso amplo e irrestrito à arte.
Quem empregava a transversalidade de maneira louvável, na sua opinião, era o ex-ministro francês da Cultura, Jack Lang, um dos políticos mais respeitados pelos artistas no país europeu.
Lang tem todo o respeito de Danilo Santos de Miranda porque apoiava projetos de cunho cultural existentes em qualquer área do governo, como por exemplo, a instalação de bibliotecas nos presídios.
E FINALIZOU O ENCONTRO COM A SEGUINTE FRASE:
¨CULTURA É TEATRO NA VEIA. SEM CULTURA NÃO HÁ SALVAÇÃO¨- DANILO SANTOS DE MIRANDA



SOBRE DANILO SANTOS DE MIRANDA:
Diretor Regional do Sesc São Paulo. Especialista em ação cultural, é formado em Filosofia e em Ciências Sociais, tendo realizado estudos complementares na Pontifícia Universidade Católica e na Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo, e no Management Development Institute, em Lausanne, na Suíça. Foi Presidente do Comitê Diretor do Fórum Cultural Mundial, em 2004, e Presidente do Comissariado Brasileiro do Ano da França no Brasil, em 2009. Atua como Conselheiro em diversas entidades brasileiras, com destaque para o Museu Paulista, Bienal de São Paulo, Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, Museu de Arte de São Paulo – MASP, Museu de Arte Moderna de São Paulo – MAM-SP e Conselho Todos pela Educação. Internacionalmente, integra os conselhos da Art for the World, na Suíça, e da International Society for Performing Arts – ISPA, nos EUA. Foi vice-presidente do ICSW – Conselho Internacional de Bem-Estar Social, de 2008 a 2010. Em reconhecimento por seu desempenho na área cultural, foi condecorado com o título de Comendador da Ordem Nacional do Mérito do Governo Francês, além de agraciado com a Grande Cruz do Governo Alemão e com a Ordem Nacional de Mérito da Coroa Belga.


Programação:
08/09/2020 - 17:00 - Aula Inaugural: Direção Teatral - Gabriel Villela
15/09/2020 - 17:00 - Aula 2: Produção e Atuação - Cláudio Fontana
22/09/2020 - 17:00 - Aula 3: Produção e Gestão de Grupo - Eduardo Moreira (Grupo Galpão)
29/09/2020 - 17:00 - Aula 4: Cenografia, Figurinos e Criação - José Carlos Serroni
06/10/2020 - 17:00 - Aula 5: Direção e Teatro de Pesquisa - Bia Lessa
13/10/2020 - 17:00 - Aula 6: Teatro de Grupo - Gil Vicente Tavares e Marcelo Praddo (Teatro NU)
20/10/2020 - 17:00 - Aula 7: Direção e Gestão de Grupo - Paulo de Moraes (Armazém Cia. de Teatro)
27/10/2020 - 17:00 - Aula 8: Iluminação e seus processos criativos - Caetano Vilela
03/11/2020 - 17:00 - Aula 9: Direção e Produção - Miguel Falabella
10/11/2020 - 17:00 - Aula 10: Profissão: Ator - Chico Carvalho
17/11/2020 - 17:00 - Aula 11: Produção Colaborativa - Cynthia Margareth e Pedro de Freitas
24/11/2020 - 17:00 - Aula 12: Direção Musical e Preparação Vocal - Babaya Morais
01/12/2020 - 17:00 - Aula 13: Dramaturgia - Cláudia Barral e Marcos Barbosa
08/12/2020 - 17:00 - Aula 14: Os Festivais - Jorge Vermelho (FIT-Festival Int. Teatro S.J.do Rio Preto)
15/12/2020 - 17:00 - Aula 15: O SESC-SP e as artes cênicas no Brasil - Prof. Danilo S. de Miranda
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DE OLHO NA CENA BY NANDA ROVERE - TUDO SOBRE TEATRO, CINEMA, SHOWS E EVENTOS Sou historiadora e jornalista, apaixonada por nossa cultura, especialmente pelo teatro.Na minha opinião, a arte pode melhorar, e muito, o mundo em que vivemos e muitos artistas trabalham com esse objetivo. de olho na cena, nanda rovere, chananda rovere, estreias de teatro são Paulo, estreias de teatro sp, criticas sobre teatro, criticas sobre teatro adulto, criticas sobre teatro infantil, estreias de teatro infantil sp, teatro em sp, teatros em sp, cultura sp, o que fazer em são Paulo, conhecendo o teatro, matérias sobre teatro, teatro adulto, teatro infantil, shows em sp, eventos em sp, teatros em cartaz em sp, teatros em cartaz na capital, teatros em cartaz, teatros em são Paulo, teatro zona sul sp, teatro zona leste sp, teatro zona oeste sp, nanda roveri,

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