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Críticas - Teatro Adulto

Cabaret TransPeripatético - um viva ao amor e à diversidade
Publicado em 26/08/2018, 22:00
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Os Satyros sempre tiveram um trabalho voltado para a valorização da diversidade. Um grupo de teatro com espetáculos como Justine, 120 dias de Sodoma e Filosofia na Alcova, baseados em Marques de Sade,

Num mundo onde infelizmente ainda presenciamos cenas e atos de preconceito e violência, estar na Roosevelt é vivenciar a experiência de entrar em contato com pessoas de diferentes tribos e que provam o quanto o amor é importante. O respeito é essencial.

No Cabaret TransPeripatético vemos o depoimentos de homens e mulheres trans, intersexo e que também descobriram que não se enquadram em nenhum gênero. O importante para todos é o amor e a felicidade. Depoimentos emocionantes e que precisam ser vistos para que cada vez mais o respeito impere. Viver sem amarras, respeitando o próximo com suas peculiaridades, qualidades e defeitos...o clima é o de caráter, de festa, de humor.

A dramaturgia é consistente e mistura dados biográficos dos atores que estão no palco e dados também ficcionais para que as cenas tenham teatralidade.

O diretor dos Satyros, Rodolfo García Vázquez, tem uma trajetória pautada pelo reconhecimento do seu trabalho enquanto encenador e fomentador da cultura na Pça Rossevelt, junto com Ivam Cabral. Coloca com maestria os sonhos e as mazelas de pessoas que felizmente conseguiram quebrar as regras sociais e assumirem quem realmente são, com plenitude e a certeza de um cotidiano mais alegre.

Todos têm o seu momento de brilho e espaço para contar a sua história. Luh Maza, atriz e dramaturga, além de realizar um trabalho que merece aplausos no palco, ajudou Rodolfo e Ivam na dramaturgia, que foi construída em conjunto e burilada pelos três artistas.

Transfobia, e qualquer forma de preconceito, é inaceitável. Não é preciso necessariamente, mas seria ótimo, entender o outro, mas é obrigatório o respeito ao próximo.

Sinopse: Um espetáculo manifesto, um grito de liberdade e de representatividade, para falar sobre afeto, espaço social, opressão, transfobia, empoderamento, angústias e sonhos. Onde xs artistas ora interpretam elxs mesmxs, ora interpretam figuras e personagens que conduzem as esquetes do espetáculo. A trilha sonora da peça é construída basicamente por artistas transexuais.

Ficha técnica:
Direção: Rodolfo García Vázquez
Assistência de direção: Felipe Moretti
Dramaturgia: Coletiva
Supervisão dramatúrgica: Luh Maza, Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez
Coordenação de Produção: Daniela Machado
Elenco: Daniela Funez, Fernanda Kawani, Gabriel Lodi, Guttervil Guttervil, João Henrique Machado, Léo Perisatto, Luh Maza e Sofia Riccardi
Cenografia: Dan Oliveira e Rafael Santos
Cenotecnia: Alexandre Barbosa
Design: Henrique Mello
Operação de luz: Dennys Gonçalves e Axl Cunha
Operação de som: Alexandre Apolinário e Laysa Alencar
Figurinista: Lenin Cattai, Márcia Daylin
Assistência de Figurino: Cinthia Cardoso
Fotografia: Laysa Alencar e Salim Mhanna
Sonoplastia: Rodolfo García Vázquez
Costureira: Lenin Cattai
Produção executiva: Israel Silva e Silvio Eduardo
Administração: Lucas Allmeida
Realização: Cia. De Teatro Os Satyros
Assessoria de Imprensa: Bruna Buzatto, Diego Ribeiro e Robson Catalunha

Informações: satyros.com.br
Para ver espetáculos em cartaz.
Transex, quartas e quintas,
Com humor, mais um trabalho dos Satyros que coloca em evidência o valor do respeito ao preóximo.
Sucesso no passado com a diva da Pça, Phedra D. Córdoba, o espetáculo entra novamente em cartaz e sempre um ator ou atriz é convidado para homenageá-la.
A travesti Tereza e a atriz de pornochanchada Marlene Bréa dividem um apartamento na Praça Roosevelt. Uma delas, Tereza, é apaixonada por um ser de outra dimensão. Em determinado momento, as duas recebem a visita de René, professor de pintura de Tereza, um homem transexual, que fala sobre seu código de amor, inspirado nos códigos medievais, e revela a Tereza que ela é a escolhida para receber o seu amor.
O cenário e o figurino do espetáculo são ambientados no final dos anos 60, época áurea da Praça Roosevelt e data de surgimento da estética da pornochanchada na Rua do Triunfo, em São Paulo.
Direção: Rodolfo García Vázquez
Assistência de direção: Felipe Moretti
Dramaturgia: Rodolfo García Vázquez
Elenco: Márcia Dailyn, Nicole Puzzi, Daniela Funez, Diego Ribeiro, Eduardo Chagas, Fábio Penna, Fernanda Kawani, Gustavo Ferreira, Guttervil Guttervil, Henrique Mello, Maiara Cicutt, Silvio Eduardo, Tiago Leal, Léo Perisatto e Ivam Cabral.
Convidados especiais: Maria Clara Spinelli, Leona Jhovs, Edy Star, Salete Campari, Paula Cohen, Thiago Mendonça, TchaKa, Cléo de Páris, Juan Manuel Tellategui, Márcia Dailyn e outros.
Clique nas imagens para ampliar:

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DE OLHO NA CENA BY NANDA ROVERE - TUDO SOBRE TEATRO, CINEMA, SHOWS E EVENTOS Sou historiadora e jornalista, apaixonada por nossa cultura, especialmente pelo teatro.Na minha opinião, a arte pode melhorar, e muito, o mundo em que vivemos e muitos artistas trabalham com esse objetivo. de olho na cena, nanda rovere, chananda rovere, estreias de teatro são Paulo, estreias de teatro sp, criticas sobre teatro, criticas sobre teatro adulto, criticas sobre teatro infantil, estreias de teatro infantil sp, teatro em sp, teatros em sp, cultura sp, o que fazer em são Paulo, conhecendo o teatro, matérias sobre teatro, teatro adulto, teatro infantil, shows em sp, eventos em sp, teatros em cartaz em sp, teatros em cartaz na capital, teatros em cartaz, teatros em são Paulo, teatro zona sul sp, teatro zona leste sp, teatro zona oeste sp, nanda roveri,

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